terça-feira, 24 de maio de 2016

Terceira em 24h o que fazer?

Guia para quem pára na Terceira a recolher partes do coração (o M. entenda-se) ambicionando um coração calmo e completo no dia seguinte, em S. Jorge. 
São precisos abraços e disparos de euforia por estarmos juntos e podermos estar, só isso, e isso tudo. Depois, bem, depois deixamos que o carro nos devolva as paisagens recortadas de verde em todos os tons que possam imaginar, o cheiro a terra molhada, e o mugido das vacas que povoam os campos.
Deixamos que o mar que nos separa, nos conforte e aconchegue, que por todo o lado nos circunda, e deixamo-nos ser só família, parando nos sítios onde somos sempre felizes. Somos só três hoje e somos uma família, de verdade, de coração, para valer. Sem laços de sangue ou contratos, mas sabemos que o somos porque eu gosto dele porque ele gosta dela, e ele gosta de mim porque ela gosta de mim, e ela gosta dele porque eu gosto dele, e ele gosta dela porque eu gosto dela. Seria confuso, mas é família, é mesmo assim. 
Passeamos juntos talvez um pouco vaidosos da nossa alegria simples e pequena. 
Algures entre o charme do monte Brasil, do Porto e da Baixa de Angra, rendendo-nos aos sabores da ilha. Entre o queijo, as lapas, o peixe e a batata doce, estamos mais perto de estarmos todos, e isso é mágico. Obrigada! 


Malas feitas

O destino é o do costume, aquela ilha do oceano que tem metade do meu coração. 
Faço as malas já só a pensar nesta loira e nesta morena tão lindas, que mesmo tão afastadas, estão sempre perto, e a dar sentido a tudo. 
 
É claro que também aproveito e vou correr, e desta vez, com uma estreia em família, plantei a semente e o M. vai iniciar-se nestas aventuras connosco. Iremos repetir o Azores Trail Run do ano passado, e nos próximos dias conto tudo. Serão quatro ilhas em cinco dias, felizes, cheios de amor e claro, de sapatilhas nos pés! 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Primavera, cadê você

Estes dias de chuva sem fim, em que já não sabemos o que vestir, porque não está frio mas não há calor, só chuva, e já demos 30 voltas ao nosso guarda roupa de meia estação, fazem de mim a rainha das nostálgicas.
Lembrei-me que tivemos uns flash moments primaveris, e apeteceu-me partilhar, na esperança, que espero não seja vã, de que o tempo, esse malandro, nos devolva o que é nosso: a simples alegria de uma nova Primavera. 

Caldas de Aregos (Resende), tranquila, ribeirinha, termal e charmosa, em dias de sol, sem esforço mesmo. 

Passeios surpresa no rio Douro que recarregam as nossas baterias e merecem pausas no tempo que ele não sabe fazer. 

Atreveste-te a saltar (celebrar)?

O vento não nos largou, mas o que guardo deste dia é o calor e o amor, claro, não podia ser mais clichê. 

quarta-feira, 11 de maio de 2016

quinta-feira, 5 de maio de 2016

terça-feira, 3 de maio de 2016

domingo, 1 de maio de 2016

Dia da mãe



Sem serem precisas mais palavras porque todos sabem que sou uma orgulhosa menina da mamã. Dia de sol, dia perfeito de mimos (para ela).