quinta-feira, 16 de maio de 2013

estas saudades que apertam...

 
De férias na praia, de acordar e só ter como preocupação qual é a praia para onde vou hoje, que bandeira estará, terei protetor que chegue até ao fim do dia... Saudades de enfiar os pés na areia assim, e sentir as cócegas e o calor. Saudades desta felicidade quente e ternurenta que a praia me dá, da alegria gratuita e fácil que me faz sempre encontrar-me cá dentro, com as ondas como banda sonora.

domingo, 12 de maio de 2013

na minha radio toca: eu tenho dois amores


As sextas-feiras são, desde há uns aninhos, muito animadas por aqui a ouvir o governo sombra,  da TSF, em zapping com as conversas de rapariga, da Antena 3. São dois programas que não podiam ser mais diferentes entre si, mas que comigo resultam mesmo bem assim, em paralelo.
Em, as conversas de raparigas, Rita Ferro, Ana Coelho, Rita Matos e Mónica Mendes, abordam assuntos do dia-a-dia em 50 minutos desordeiramente muito divertidos. Sinto-me como se estivesse no café com as minhas amigas, é uma alegria espontânea e feminina!
Por sua vez, o governo sombra  é uma sátira deliciosa entre  Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia, João Tavares e Carlos Vaz Marques, que toda as semanas são ministros, mas é sobretudo uma prova de como o sarcasmo e a capacidade de rirmos de nós próprios são sinónimo claros de inteligência.
Sexta-feira, às 19h, os meus ouvidos e as minhas gargalhadas são deles!
Não resistam, oiçam aqui comigo, prometo que não se vão arrepender:

terça-feira, 7 de maio de 2013

na mesinha de cabeçeira mora: o amor é uma carta fechada

Comprei este livro sem grandes expectativas. Aliás, decidi-me por ele por ser um livro de bolso, e eu estava a precisar de um. Não costumo alinhar nestes livros que proclamam conter a verdade da vida. Mas valeu a pena, este acaso.
Diz por extenso, o que intuitivamente, vamos aprendendo com o tempo: o amor é uma construção.
Diz que quando estamos preparados encontramos o amor ao virar da esquina.
Mas, principalmente, diz assim "o medo de perder faz perder (...) é necessário ter a coragem de arriscar perder o que não se quer perder".  E eu acredito mesmo nisto, que é preciso coragem, porque mete medo, a entrega.
É sobretudo preciso coragem de não nos conformarmos com uma relação que não é de amor.

Make up blogger

 
O cliché cor de rosa mudou, fizemos uma aula de make up (também conhecido por web design) ontem, e mudámos um bocadinho! Ainda falta a cereja em cima do bolo, mas espero que gostem, eu gosto muito mais. Se gostarem, não se iludam, a minha responsabilidade nisto foi só dizer sim e não, o P. fez tudo por mim: Obrigada!

domingo, 5 de maio de 2013

Mãe, há só uma ?


Hoje é dia da mãe e o cor de rosa é imperativo.
Tenho a sorte de ter a minha mãe na minha vida, e de ela ser a melhor mãe do mundo. Mesmo.
Ela é uma daquelas pessoas irresistíveis, de quem toda a gente gosta. O seu amor incondicional, o carinho nas pequenas coisas, o tempo para mim que ela sempre inventou quando não o tinha, a ternura da personalidade, o riso fácil e contagiante, e a educação pela responsabilização fazem dela uma mulher extraordinária, que superou as adversidades, sem se perder do amor. E, claramente, ela é a minha maior referência. A generosidade dela ensina-me muito, ainda hoje. O amor da minha mãe faz de mim uma pessoa melhor, uma pessoa mais segura.
Como eu tenho mesmo muita sorte, na minha vida tive sempre a minha tia F. que sempre foi mais do que tia, mais do que pseudo-madrinha, mais do que amiga, é outra mãe para mim, porque se preocupou sempre comigo, como só a minha mãe o fazia e faz.
Mas, este ano, o dia da mãe é especial, porque desde há um ano que há outra mãe na minha vida, a minha irmã. Se a pequena M. foi o melhor presente que me poderiam ter dado, o de ser tia e madrinha, ela também fez com que o meu amor e profunda admiração pela minha irmã aumentassem exponencialmente, quando tudo fazia querer que não poderiam ser maiores. A pequena M. trouxe um sorriso à minha irmã totalmente novo, que é só delas. E isso não podia ser outra coisa senão incrivelmente mágico. Por isso não sei: mãe, há só uma? Obrigada às minhas!