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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

aventuras (e amores) de Verão

Estamos no início do Outono e já estou roidinha de saudades do Verão. Com as saudades veio-me à memória uma das minha aventuras de verão: o surf. 
Podem achar que o surf não é nada radical, ou apaixonante, mas para mim que arrisco pouco, foi radical sim. 
Fiz uma aula nível 0, em Matosinhos e as dificuldades começaram logo a vestir o fato, molhado e com areia, a arranhar e fazer vácuo. até fechar o zip sem arrancar cabelos foi um desafio. Ultrapassado esta primeira etapa, o professor apresenta-nos a prancha e aponta lá para o fundo, o mar, como quem diz, e ele disse, toca a acartar (arrastar) isso até lá. Uma mão aqui e outra ali e é mais fácil, diz ele. Fácil, então mas o meu braço não dá essa volta toda penso eu... A muito custo, a prancha chegou à beira-mar, mas mesmo assim, logo ali, mais inteira do que eu. Na areia umas demonstrações básicas, mas essenciais, diz o professor, e eu penso, óh isto não parece assim difícil. Erro meu, óbvio. 
Resumidamente, foi muito, muito giro, mas porque eu me sei divertir com a minha natural falta de jeito para o desporto, e porque o professor ia atrás de mim e da prancha a dizer, põe a mão ali, o pé acolá, roda, agora levante. Acreditem ou não, lá me levantei. mas caí tanto, engoli tanta água, que às tantas, não sei como consegui magoar-me com a prancha. Um talento só, é que nasci mesmo para o desporto. Um mês com uma contusão pulmonar, que dói tanto que pensei que tinha partido as costelinhas, mas ainda assim, diverti-me imenso, e quero bis. Vamos I.?

aqui está a prova, não há ondas, mas eu tenho um ar todo pró

aqui já quase, quase a dar o meu melhor (cair)

obrigada A. pela espera e reportagem fotográfica, sem ela ninguém iria acreditar!!!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

ano novo, vida (quase) nova

Saudades do cliché? Ouvi dizer que sim, e gostei. 
Ainda se lembram do último post, onde eu agradeci a 2014? Antes desse post, houve outro em que disse que ia contar novidades, e até agora... é verdade, prometi mas (ainda) não contei nada . 
Podia começar por dizer que, por ter (terem) sido um (uns) ano (anos) difícil (difíceis) para os enfermeiros, dada a excessiva carga horária NÃO remunerada, NÃO consentida, e NÃO agradecida, podia, mas (in)felizmente isso agora já é notícia de telejornal, e não apenas um problema que o SNS tenta abafar, e portanto não vale estar a pena repetir-me. 
A verdade é que quando nos deparamos com dificuldades, ou nos rendemos à adversidade, ou tentamos fazer dela um desafio a ultrapassar, ou pelo menos a contornar. E assim foi. Apesar de gostar, e até gostar muito, dá para acreditar?,  de ser enfermeira, a verdade que não posso negar, é que a satisfação que tiro da minha profissão há muito que não é o que era, e portanto, instintivamente fui procurando a minha felicidade noutros lados. 
Se há dois anos comecei a correr, no ano passado decidi alimentar uma paixão antiga, e que já não podia, nem queria mais ignorar. 
Quem adivinha? Não, não estou a falar de roupa!!!!, nem de livros!
Não sei bem quando começou este interesse que não pára de crescer em mim, mas lembro-me que quando era pequena pedia à minha mãe frequentemente para mudar de tapetes, de cortinas, de colcha, a disposição do quarto, etc. Quando finalmente me ofereceram a mobília nova que eu tanto pedia, que alegria, e pese embora ela tenha conseguido mudar três vezes de lugar no meu pequeno quarto, nunca me cansei, nem dela, nem de mudar as coisas de lugar. 
A questão começou a ganhar dimensão quando fiquei a morar sozinha e a planear obrar, obras, obras. Fiz tantos rascunhos da planta cá de casa, tantos rascunhos de cada divisão, tantos desenhos de tantos móveis, enfim... Quando fiz a obra, decidindo tudo sozinha, passo por passo, tomada após tomada, azulejo por azulejo, despertei uma paixão pouco consciente em mim e que, garanto-vos, não me deixa cansada, só feliz. 
Dito isto tudo, falta contar que tirei um curso de decoração de interiores. Embora não seja comparável às licenciaturas existentes, vamos lá ser francos, foi óptimo, primeiro porque me fez ter coragem de avançar para uma coisa que me apaixona de verdade, segundo porque aprendi muito, muito, muito, adquiri ferramentas de trabalho, contactos, conheci pessoas que partilham da mesma paixão comigo, e terceiro porque dele nasceu a: 



A IC- Interiores DeCoração, ainda é só o embrião de um sonho que quer muito ser uma empresa e uma profissão, mas esta semana já vai entregar o primeiro projecto a uma cliente. Se estou nervosa, estou, se estou contente, estou eufórica, se estou confiante, bom, trabalhei para isso, dou a cara por este projecto, mas no fundo, é como o slogan que criei para este sonho: de coração, vão adorar sentir-se em casa connosco. 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

aconchegas-me, e eu gosto


Já quantas vezes não disse aqui que adoro collants?!! Adoro, adoro, adoro... penso até que será das poucas coisas que me conforta quando chega este frio de Outono/Inverno. Este ano, a Calzedonia superou as minhas expectativas com este mini filme encantador, romântico, com aquele aconchego que só uns bons collants nos oferecem. Gosto muito, e paro sempre em frente à TV a ver, ainda não me cansei. Quem melhor do que um sonho de mulher, na cidade do amor para nos fazer parar e sonhar? Voltava já a Paris (também). 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

paixão desde adolescente

O Eça de Queirós foi o primeiro homem cujas palavras me fizeram perder o sono, para não perder palavra nenhuma, como se elas se fossem apagar com as horas. 
Conheci-o pessoalmente, tal como a larga maioria das pessoas com Os Maias, e fiquei rendida, apaixonada, embebecida... enfim. Lembro-me de quase ter feito directa no dia em que o comecei a ler, lembro-me de ser gozada por toda a gente por isso, de querer um João da Ega na minha vida, e de me rir tanto que o meu pai de vez em quando perguntava o que é que eu tinha. Hoje, diriam que era uma nerd, na altura era só uma caixa de óculos bem tótó, como combinava com o figurino. 
Eça, Conde de Resende, mais uma coincidência deliciosa que só fez aumentar o interesse. 
Ora, se o livro fez do Eça o autor Português do meu coração, com direito a receber toda da sua obra como presente da mãe por ter entrado na faculdade, a estreia do filme fez-me saltar do sofá, fugir do sono, do barulho das pipocas e ver o filme. 
E então? O filme faz honrar o livro, dá para acreditar?
Gosto de cinema mas, admito, não sou de todo cinéfila, nem entendida, ou tão pouco dedicada, mas já anteriormente, no filme do desassossego, o João Botelho me tinha feito render ao seu trabalho, obra, sensibilidade, jogo de luz sombra, tudo. Com Os Maias não foi diferente, o filme é como qualquer leitor apaixonado sonha que a sua obra seja tratada: com amor, profundo conhecimento, respeito, poesia e verdade. O filme que não pretendeu ser uma ridícula adaptação do antes ao agora, mas antes uma recriação quase teatral nos cenários, no uso do preto e branco e só depois das cores que nos marca o tempo, do guarda roupa, penteados, coches, tudo. O João Botelho filmou Os Maias quase, quase como eu o imaginei, e por isso estou-lhe profundamente agradecida.  E o João da Ega? Fiel e apaixonante, delicioso e divertidíssimo. 
Se estão na dúvida, o filme vale a pena. Acredito que muitos daqueles que não conseguiram ler o livro vão percebê-lo agora. A sátira do Eça está lá, e a actualidade dela também, porque o tempo passa mas a Portugalidade de que somos feitos não. Portanto, play:


sábado, 31 de maio de 2014

boa como o milho!

boas como o milho, mas são vermelhas. boas como o milho, mas não são pipocas (embora se comam como se fossem). boas como o milho e fazem crunch, como as pipocas. boas como o milho, são as cerejas. cereja QUINTA DO FORNO, cereja de RESENDE, cereja de produção biológica integrada, cereja do papá. Hoje é festa da cereja em Resende, e embora não possa estar presente, mesmo longe, vou celebrar, a comer cerejas, claro!!!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

é amor, sobre rodas

Vi hoje a notícia e não resisti em partilhar.
A máquina em função da pessoa, lado a lado da pessoa.
O longe que se faz perto, o inevitável (a dependência de outros) que se desafia, a vida que mantém o sentido quando investimos no envelhecimento activo e digno.
É uma máquina, tem rodinhas e um ecran, mas para mim, isto é amor.
O amor é liberdade.

terça-feira, 22 de abril de 2014

nem tudo o que parece é

PRIMEIRO: carreguem no play
SEGUNDO: deixem-se deslumbrar
TERCEIRO: decidam por que cenário se apaixonam (mais)

P.S: Deem-me pf um palácio onde eu possa ser rainha (sem destoar).
É a Roche Bobois, a arrasar com o meu frágil coração!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

terça-feira, 22 de outubro de 2013

afinidade e enamoramento de longa data

Lembro-me do dia em que foi inaugurado o Arrabidashopping, como se fosse hoje. Naquele tempo, foi o acontecimento do ano, claro! Andava no 8º ano e nessa tarde, no fim das aulas, eu e os meus amigos saímos da escola e fomos para lá a correr, cheios de vontade, como se não houvessem já centros comerciais suficientes. A diferença? A este podíamos ir a pé, da escola ou de casa, e isso sim, era entusiasmante. 
Lembro-me de acharmos tudo bonito e grande, de corrermos as lojas porque estavam a dar pequenas lembranças, mas principalmente lembro-me de fixar os olhos numa loja totalmente nova para mim: a calzedonia. Naquele dia, cheguei a casa a dizer à minha mãe que havia uma loja onde, os meus sonhos eram realidade, com collants de várias cores. 
Lembro-me dos primeiros que comprei, e que ainda hoje tenho, em muito bom estado, os cor de laranja. Lembro-me de ir com eles para a escola toda orgulhosa e de ser gozada por toda a gente, mesmo. Mas também me lembro de não me importar nada. 
Hoje ainda é assim. Desde então fui comprando, e quase colecionando duas gavetas completas de collants. Sim, já ultrapassam as 100 unidades, mas em minha defesa devo dizer que uso collants quase todos os dias entre o Outono e a Primavera, e que portanto, nem são assim tantas. 
Organizadas por cores, tenho-as quase todas para delírio meu, e desespero de algumas pessoas, ainda. Lisas, com padrão, caneladas, em renda, de lã, de vidro, de rede fantasia, às pintas, ao xadrez, opacas, semi-opacas, transparentes, e podia continuar seguramente. 
Gosto porque podem dar um ar de menina, que eu adoro, podem ser básicas e resolver qualquer problema, podem ser sexy, fazem é toda a difenteça para mim. Quando estamos no Verão a única coisa de que sinto falta é dos collants. 
Há uns anos atrás a Calzedónia fez este anúncio de que nunca me vou esquecer, mesmo. Revejo-me inteirinha nele, podia ser eu ali!


Nesta colecção os meus olhos enamoraram-se por aqui:





Na loja há mais, e vale mesmo a pena alimentar esta relação!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

apaixonem-se comigo, vou levar-vos ao céu

HiH

O meu encanto pela decoração é antigo, pese embora só se tenha afirmado tardiamente, mas sem hesitações. Só em crescendo.
Gosto das lojas que, a par da minha paixão, fui descobrindo e que, quase parece, que eu sonho os móveis, e eles os concretizam.
A Homes in Heaven, tem um nome que não engana ninguém, porque qualquer casa nas mãos deles é de sonho. Entre a minha casa e a casa dos meus pais moram vários móveis inspirados neles. Posso levar o meu carpinteiro ao desespero, com os meus desenhos e medidas, mas a presença destes móveis perto de mim faz-me sentir no céu.
Se um dia perdesse o juízo por completo e deixasse alguém decorar uma casa para mim, esta loja seria uma escolha segura, adoro todos estes ambientes, podia morar neles todos, e isto é tão raro... :)













 



terça-feira, 21 de maio de 2013

quarta-feira, 17 de abril de 2013

terça-feira, 12 de março de 2013

apaixonem-se comigo, se quiserem


Apresento-vos a:



Para mim é uma história de enamoramento, de muitos, longos e aprincesados anos!











 E tem loja cá no Porto, bem no coraçao do Campo Alegre.
Vão lá!
Ou não!
Porque depois nada será igual.
Não há conto de fadas como este.
 Não digam que não vos alertei!


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013