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terça-feira, 20 de outubro de 2015

do longe fazer perto, a surpresa

Já contámos quase três anos que a minha mana rumou aos Açores e desde então, como têm sido testemunhas aqui no blogue, temos feito um esforço por fazer do longe perto. Desta vez achei mesmo que o melhor presente que lhe poderia dar era esticar o tempo, encurtar a distância, e surpreendê-la no seu aniversário. 
Com a ideia aos pulos na cabeça, pude contar com o M. em tudo. 
- arranjar um pretexto para a mana passar o fim de semana em São Miguel 
- marcar todos os voos sincronizadamente
- marcar hotel
- alugar carro
- mandar presente de aniversário pelo correio para ela não desconfiar de nada
- mentir e esperar: o mais difícil de tudo


Terra Nostra Garden Hotel foi o Hotel escolhido

Chegámos já de noite e só de olhar para esta entrada linda as borboletas na barriga dispararam.
Tenho que agradecer aos funcionários que alinharam na surpresa
 e não deixaram que ela desconfiasse de nada.  

Não tenho nenhuma foto do momento da surpresa, desculpem, não me lembrei, será mais uma daquelas memórias que ficam guardadas apenas no coração. Mas posso dizer que a minha irmã ficou totalmente surpreendida, por uns segundos nem reagiu, e depois só repetia a rir, é a minha mana, é a minha mana. Com a pequena M. aos saltinhos e gritinhos nas pernas dela, foi um momento que jamais iremos esquecer. 
Jantámos cozidos das furnas, um cliché é certo, mas que apetecia imenso. Ir às Furnas implica comer cozido, e para mim, teve ainda direito a queijo de São Jorge de entrada, acompanhado por vinho Terras de Lava do Pico. Várias ilha reunidas à mesa, uma família e só um sabor, Açores. 


No fim da noite, de coração cheio, foi assim.

O pequeno almoço toma-se aqui, neste casamento perfeito entre a arquitectura e a decoração,
que sabem o seu lugar, e fazem da natureza a actriz principal.
Há magia a acontecer neste Hotel, posso assegurar.
Acordei super cedo e faminta, e este hotel ainda é pior
do que todos os outros na tentação do pequeno almoço. Os queijos e os iogurtes são Açorianos,
 o pão levedo, o bolo de laranja caseiro (o meu preferido),
os sumos de fruta naturais que parecem os da minha mãe, socorro!

A companheira perfeita para o pequeno almoço chega e enche de alegria a sala. 

Açores sem chuva não é Açores, e se havia chuva para cair foi naquele Sábado de manhã.
O hotel dispõe de uma charmosa piscina interior aquecida para os hóspedes,
e portanto passamos a manhã a banhos, na contemplação,
ou em conversas de raparigas entre a sauna e banho turco
Tivemos tempo para brincadeiras e tolices na água

E aquele abraço que dá sentido a tudo.
Até que o tempo ajudou e fomos dar um mergulho na menina dos olhos
 deste Hotel e do parque que ele integra.
Amor perfeito, e nenúfares 

Esta piscina de água naturalmente aquecida, entre os 35º a 40º,  não é suja, tem muito ferro.

Aconselho que escolham uma roupa de banho à qual não tenham muito amor porque às vezes
ficam manchas, embora eu tenha tido sorte.

Frio e chuva cá fora, e água quente lá dentro, tornou-se impossível resistir.
Obrigada R. por seres o parceiro que embarca sempre comigo e de mão dada.
A M. a dizer "esta é a minha preferida porque é em coração" e toda uma plateia atenta. 
Aqui o sol abriu e estávamos quase no início da tarde, decidimos rumar a Ponta Delgada para matar saudades da comida deliciosa da Quinta dos Açores. O que é que é bom lá? Os hambúrgueres, os bifes, os crepes, as batatas fritas, os gelados... Tudo. Uma empresa familiar natural da Terceira que tem vindo a crescer, com base no mérito da qualidade superior dos produtos, no trabalho, e na sabedoria de saber mostrar aquilo que os Açores têm de melhor, a sua cultura. 

Nós as duas e a Quieta, que neste dia estava de parabéns
pelo primeiro aniversário do restaurante em São Miguel: parabéns!

Os gelados são de perder a cabeça, mas o meu copo é o pequeno!
Estive indecisa entre os sabores de chocolate e o D. Amélia, mas são todos bons.
Patetices na marina de Ponta Delgada, naquele segundo, filho único, no qual me equilíbrio
a tentar mostrar à minha mana o que é um pistol. Um dia chego lá!

Dia seguinte, ou, últimas horas, foi tão bom, tão intenso, tão especial

que apesar de o tempo ter sido pouco, a alegria foi maior.
Nada disto teria sido possível sem o apoio do M. : obrigada por ajudares a fazer acontecer, e por partilhares comigo o amor e o tempo com a minha alma gémea. 
Alma gémea: é tão mais fácil ser feliz contigo, mas agora que estamos a transbordar de energia vamos regressar às nossas vidas e fazer acontecer, porque a árvore de Natal já está pronta e daqui a nada estás de volta. 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

fim de semana kinder surpresa

Este fim de semana foi mágico, inspirador, reparador, o mais especial de sempre. 
Foi a prova de que dar é o melhor presente que podemos receber. 
Amanhã conto tudo, mas começou assim....


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

fomos a banhos, mas já voltamos: Menorca (II)

Em Menorca além das praias, que vou já falar, recomendo uma visita a Ciutadella e Maó.  São cidades pequeninas mas bem charmosas, com um centro histórico bonito e muitas lojinhas onde se encontrarem (eu tenho esta forma pouco saudável, diz a minha carteira, de me sentir inteira dentro de lojas cheias de roupa e recuerdos). A não perder é também o por-do-sol em Cap Cavalleria e, claro, comer peixinho fresco em qualquer pequeno porto que encontrem. 
As praias chamam-se Calas e tentei ir a tantas quanto consegui, mas eram todas tão lindas que foi difícil escolher. O meu guia classificava as praias em: para famílias, para caminhadores, para casais e para nudistas. O meu primeiro critério de escolha era simplesmente a foto mais apelativa, e depois excluía as de nudistas. Eu até não tenho nada contra, mesmo, o nudismo e o topless, mas cá entre nós, eu já vejo todo o tipo de misérias dessas no meu trabalho todo o ano, nas férias, dispenso bem. Contudo, descobri ao longo dos dias que não faz muita diferença o tipo de praias que escolham, porque não vão escapar aos nudistas, que, sozinhos, em casal ou em família desfilam pelas praias. Nas ilhas espanholas todas as praias são de nudismo, preparem-se.
Ao ler a descrição de "como chegar" muitas foram as vezes em que desisti e exclui praias por distarem 3 ou 4 km a pé da estrada (o limite que estabeleci foram 2km) ou recomendarem levar para o percurso 3L água/pessoa. Ora bem, com temperaturas entre os 30º a 35º achei que não aguentava. Mas para quem for a Menorca com menos calor são decerto praias a não perder.
No geral, recomendo as praias do sul porque o turquesa é mais apelativo, mas não deixem de visitar o norte porque tem muito charme. 
As praias que visitei  a norte foram as seguintes: Cala Blanes, Cala Morell, Cala Algaiarens, Plajta de Binimel-là, Plajta de Cavalleria. 
Rumando a sul as escolhidas foram: Cala Blanca, Cala Bosc, Plajita de Son Xoriguer, Cala Turqueta, Cala Galdana, Cala Mitjana, Plajta Binigaus, Plagta Sant Tomàs, Cala Sa Mesquida e Es Grau. 

As fotos (acreditem, para tristeza minha, ficaram quase todas péssimas, e não traduzem, de todo, a beleza da ilha):

Cala Galdana no final do dia, sem sol, mas com muito calor, e a aproveitar a praia até à última

Platja de Cavalleria, num dia muito nublado mas com 33º
Quando cheguei à praia estava bandeira verde, entretanto tive um encontro imediato
 muito pouco feliz com uma medusa, e apeteceu-me logo conhecer outras praias.
Ao ir embora já tinham mudado a bandeira. Cuidadinho!

As minhas fotos não fazem jus às praias, mesmo, e apesar de estas águas estarem apinhadas de medusas...
ainda pensei duas vezes se me apetecia ir embora ou não, mas com aquele calor tinha
mesmo que ir para uma praia em que pudesse dedicar-me aos mergulhos
Platja de Binimel-là - bem sei que não mostro a praia, mas o melhor foi mesmo ao fim do dia ver o passeio dos cavalos. Menorca é conhecida também pelos seus Cami de Cavalls que são rotas de percorrem o perímetro de toda a ilha, e onde, antigamente se fazia o patrulhamento da ilha, a cavalo claro. 
Cap Cavalleria - tem a fama de ter o por-do-sol mais bonito da ilha,
mesmo com nuvens, a mim, convenceu-me. Eu fui directa da praia, mas lá, enquanto
aguardava vi que as pessoas se faziam acompanhar de cerveja e comida.
 Fica a dica, porque valeu mesmo a pena esperar pelo sol e porque na verdade estava faminta. 
Ainda em Cap Cavalleria, apenas eu, a brincar com o vento, naquela estrada
que parecia não ter um fim, mas que nos conduziu até ao mar.
Platja Binigaus - esta foi a praia em que mais tempo me perdi a ver pedras e peixinhos com
aqueles óculos de mergulho e o respirador que nos fazem parecer uns ET´s, mas que são uma forma 
maravilhosa de conhecer as praias de outra forma e aproveitar o mar, muito para lá dos mergulhos, 
O único peixinho que vi e sei dizer quem era foi uma raia, mas atendendo ao meu anterior encontro 
com a medusa achei por bem dar-lhe espaço.
Plataja de Sant Tomàs - já no regresso, encontramos novamente
os cavalos e desta vez tive que parar, adoro! Estava lá um rapazito a dar-lhes comida
e um montão de turistas pasmados como eu. Mas eu, às vezes sou uma descarada,
pedi-lhe para partilhar comigo a comida do cavalo,e ele deu, foi um queridinho. 
Esteva a dar-lhe alhos, isso mesmo, e o cavalo não se fez nada de rogado, comeu tudo!

Cala Mitjana - onde foi feito o catálogo da Canté asseguro-vos porque a minha memória
 é muito boa para estas coisas que não lembram ao menino Jesus - e onde senti que estava mesmo no
paraíso ao aparecer este senhor a empurrar esta carreta, 
e em 3,2,1, partir e servir coco, ananás e melancia. 

não sei se o que me surpreendeu mais foi ele ter lá chegado com aquela fruta
 toda, porque os acessos a esta praia não são nada fáceis nem curtos

ou a velocidade (devia ter filmado) com que ele fazia isto. Mesmo bom, bom, bom.

Cala Bosc

Cala Sa Mesquida - com a mão no chapéu porque
 o vento já me tinha tentado levá-lo.
Depois da praia fomos almoçar a Cap Roig e eu escolhi linguado que
estavam assim de bonitos mas muito mais de saborosos.
Cap d´Artrux - um pequeno porto e marina que descobri e adorei.
 Quanto a mim este foi o melhor bar onde já fui nos últimos tempos, a não perder, mesmo.

O melhor recanto do nosso hotel, delicioso nestes tons pasteis.

Cala Blanca, a praia ao lado do hotel, e que de manhã foi assim, minha.

Em Cala Blanca os bares distam três degraus do mar, e à noite, com o calor,
aquele limbo seduziu-me muitas vezes. 

Como me desleixei imenso acabei por não fazer nada do que tinha pensado, mas se puderem façam um passeio de snorkeling, e se forem com tempo um de mergulho. Visitem o parque natural de Es Grau, façam o passeio de barco pelo porto de Maò, visitem as Covas den Xaroi, façam um passeio a cavalo ou de jeep. Por todos estes motivos, e porque gostei mesmo muito, Menorca, um dia, vou voltar para ti. 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

fomos a banhos, mas já voltamos: Menorca (I)

O cliché foi de férias em Julho, mas já voltou. Este ano o destino escolhido foi Menorca. Escolhi Menorca por vários motivos, o primeiro foi mesmo por ser perto e uma vez que ia uma semana para fora não queria gastar muitas horas em viagem, são só duas as horas que nos separam daquele paraíso. Depois porque há uns anos tinham-me mostrado fotos das praias Menorquinas e nunca as esqueci. Por último, porque este ano me apetecia mesmo muito um destino de muito calor, muito mar, muitos mergulhos e pés na areia. E assim foi. 
Optei por um pack de agência de viagem de voo+hotel+carro, mas é aqui tão perto que, quem quiser, pode sem dificuldade nenhuma, marcar tudo sozinho, os preços esses é que nesta altura do ano não variam muito. 
Resumidamente, Menorca fica ali mesmo ao lado de Maiorca, mas por ser uma reserva natural o boom turístico foi travado atempadamente. Por este motivo, Menorca tem hoje, quanto a mim, o melhor da beleza natural, sem atropelos. Como o próprio nome indica, é uma ilha pequena, de praias avermelhadas a norte e de areia clara a sul. O Mediterrâneo não desilude, só encanta, nos seus mil tons de azul. 

O roteiro:
foi mais ou menos isto (sou muito dotada no Paint, entenda-se)
Na chegada ao aeroporto a primeira coisa que fiz foi comprar um guia, cá tentei em várias livrarias, mas não consegui encontrar. Essencial é comprar um mapa, um guia e alugar um carro. Como estamos em Espanha já se sabe que o inglês não é o forte deles, e portanto, ao levantar o carro, se vos quiserem dar um coche, aceitem e resistam à tentação, eu consegui, de os desorientar e dizer que o tempo dos coches já se foi, ou que não têm carta disso, ou que com 35º não prescindem do ar condicionado. Íamos ter um Fiat não sei quê, o mais barato, e saiu-nos um Seat León. Nesta altura esteve quase para me sair boca fora, que eu não queria ir com o Seat para León coisa nenhuma, mas o senhor lá continuava a fazer rabiscos no meu papel da reserva, para se fazer entender, e mais uma vez guardei para mim a piada, até hoje, é fraquinha eu sei, mas afeiçoei-me a ela. O carro que escolherem, ou é um todo terreno ou tanto faz, porque afinal não deixam acelerar em estrada nenhuma, mas para coche gostei muito do trote deste. Foram 670km numa semana, e os cavalos não se ressentiram. Fim da piada, fotos amanhã. 


quinta-feira, 18 de junho de 2015

cinco dias, quatro ilhas

A logística da viagem aos Açores é por si só uma ginástica, sobretudo para quem mora no Porto, porque os voos directos são poucos. Ainda que este ano já seja bem mais barato, com a introdução no mercado dos tão ansiados voos lowcost, aconselho a reserva antecipada de bilhetes. Voei na mesma pela SATA, e devo dizer que gosto bastante, mas desta vez a minha reserva foi feita com mais de seis meses de antecedência, e o preço ficou em menos de metade do que havia pago no ano anterior.
Por questões familiares o percurso foi Porto-Terceira, Terceira-São Jorge, Faial-São Miguel, São Miguel-Porto. 
Dia 1
Já tinha dito aqui, mas repito, a Terceira é a ilha em que melhor se come, por isso, como ia estar muito pouco tempo na ilha, apenas pude matar saudades de sabores.

O lanche foi na Quinta dos Açores, aqui os produtos utilizados são da melhor qualidade e só isso justifica que seja tudo tão bom. Nas várias visitas que tive a sorte de fazer já provei imensa coisa e ainda não sei escolher o que gosto mais. Cá no continente podemos encontrar os iogurtes que elevam o conceito a outro nível.

O jantar, já mais tarde, a meu pedido foi no Beira-mar, porque estas lapas
me deixaram viciada, adooro-as!
Dia 2
Em São Jorge a minha pequena M. arrecadou toda a minha atenção, e embora tenha planeado subir ao Pico da Esperança a forte presença de nevoeiro não o permitiu.
Mas ela achou que já estava tempo de dar um mergulho, e aqui está ela, pronta e a todo o vapor
 para saltar para a água (sai à mãe)

Dia 3
Embarcamos de barco rumo ao Faial. No triângulo (assim se chama ao conjunto São Jorge, Pico e Faial) o barco é a melhor opção, mais barata e a mais fácil. Quatro ou cinco vezes mais barato que um bilhete de avião, além de ser um passeio delicioso, se estiver bom tempo.
Para ela a viagem só deu Porquinha Pepa,
um bocadinho de colo da madrinha e 5min a ir à janela a ver o mar.
Em duas horas estamos no Faial e, depois do check in no Hotel, e de tratadas todas as questões relativas à prova, foi só desfrutar da cidade da Horta.
A Horta é uma cidade que se destaca das outras cidades açorianas porque, embora bem menor que Ponta Delgada por exemplo, é igualmente cosmopolita e, a meu ver, muito mais charmosa. No dia antes da prova, fervilhava, pessoas e boa onda. Não se pode falar da Horta sem falar da sua marina ou do bar do Peters, é certo, mas existem outras personagens famosas, como por exemplo o Norberto. O Norberto tem uma empresa de mergulho e observação de baleias e golfinhos, e que me havia sido recomendada pelo pai da M. Há muito que esperava pela oportunidade de fazer este passeio de barco para observação das baleias e golfinhos. 
Embalada pela constatação de que a M., efectivamente, já está um bocadinho crescida, pela primeira vez que levei-a comigo. Quem me conhece sabe que não sou nada fã de férias e grandes aventuras com crianças como companhia, há quem considere preguiça ou comodismo, mas eu simplesmente acho que é segurança e conforto.
Ter uma criança de 3 anos por companhia foi decisivo na escolha da empresa em que íamos fazer o passeio, mas foi instintivo, escolhi quem me inspirou mais confiança, e só depois reparei que era o Norberto.
Como foi? Bem a M. dormiu no meu colo, comigo em pé, durante os 30min de toda a exposição teórica que fazem sobre tipos de baleias e golfinhos que podemos esperar ver, antes de o passeio começar. No barco parecia um anjinho, a viagem tem a duração de 4h, e no regresso dormiu o tempo todo embalada pelo mar. De salientar o cuidado e atenção que os guias tiveram connosco, sobretudo com ela. É tão fácil, e bom, ver quando as pessoas são apaixonadas pelo seu trabalho, e aquela equipa era. Obrigada. 
No final perguntei à M. o que ela tinha achado do passeio, ela diz assim" as baleias são tímidas, e os golfinhos uns saltitões como o Noné". 
O membro da equipa do Norberto, que estava mesmo
a chegar de um mergulho, que a M. mais adorou, claro. 

Fornecem impermeáveis e coletes e ela adorou o dela aos ursinhos.

Foi o tempo todo sentada sozinha e acho que
 ainda não me refiz do choque de ela estar mesmo crescida...

Este momento foi delicioso, encontramos uma tartaruga na água,
 que o Norberto apanhou e trouxe ao nosso barco para que a M. tivesse oportunidade de ver.
Não sei se ela gostou muito, a contar pela cara que fez, mas todos nós, os crescidos, adorámos!

O Norberto a conhecer a Pepa da M., inseparáveis sempre, até em alto mar.

É ou não é o máximo esta foto?

O guia do nosso barco, tenho imensa pena não me recordar de nome dele,
porque quero mesmo agradecer-lhe todas as explicações que nos deu durante todo o tempo,
a persistência e  paciência na procura das baleias, e a atenção que teve sempre com a M.
Dia 4
Acho que já disse tudo, não já? Deixo só mais umas fotos, porque não resisto.
O farol dos Capelinhos
A meta mais bonita de sempre

O horizonte que nos motivou até ao fim
Dia 5
De regresso a casa, tudo o que os meus pés toleravam era isto.

Ahh que dores nos pezinhos!
Paramos em Ponta Delgada, e como ainda tínhamos 4h pela frente, apanhamos um táxi para o centro e fomos matar saudades da cidade, almoçar e passear na marina. O tempo foi pouquinho, mas soube bem aproveitar até à ultima tudo o que há de bom nos Açores. 
Já conto com cinco viagens aos Açores e fico sempre com vontade de regressar. Quantos destinos nos fazem sentir isto?