sexta-feira, 28 de julho de 2017

Its all so quiet... shuuuu


Adoro esta música e esta Islandesa menina, mulher, meiga e desafiadora que a canta! Quando pensei neste post o que vos tenho para dizer fazia todo o sentido com esta banda sonora, façam play.

O blogue, e eu, temos estado adormecidos, e não, não é um cliché, não. Algures entre o ano passado e o agora tem-me sido difícil escrever (e lidar com isso). 
Criei este blogue porque as palavras, lidas e escritas, são um grande amor, porque adoro ver (e mostrar) o lado cor da rosa das coisas, e partilhar a imensa graça que os clichês podem ter (se os deixarmos). Mas sem subterfúgios, ou parênteses, porque escrever faz parte de mim. De modo que, como foi difícil gerir, mas sobretudo, porque nunca pretendi um blogue forçado esta pausa foi necessária. 
Neste compasso, prevaleceu a vontade de quero mais, amadureceram os castelos de palavras, é já só fazia sentido regressar de cara lavada, fresca, e claramente bem cor de rosa. 
Espero que gostem e que façam sugestões. [Há um Mr Clichê Cor de Rosa cá por casa, já desesperado com as incontáveis versões de blogue que teve de criar para, no fim, regressar quase ao original] Eu estou a ADORAR esta nova make up e o pipocar de palavras cá dentro. 
  

(Há novidades maravilhosas que aconteceram, e que, tenho a certeza, vos vão fazer morrer de amores. Vai valer a pena terem esperado pacientemente desse lado, obrigada)

domingo, 12 de março de 2017

Ternura de Domingo

Como a doença não vai de fim de semana, os enfermeiros trabalham ao Domingo. 
No meu primeiro Domingo de trabalho após longa ausência recebo o turno com este pequeno mimo. 
Podemos ter dores de barriga, podemos mudar de serviço sem sair do lugar, podem tocar a música da dança das cadeiras, podem contar-se 16 de amizade que o D. não pára de me surpreender. 
Tenho a sorte de ter os melhores comigo. Obrigado D. por fazeres do Domingo um dia melhor. [E a todos pelo carinho no regresso.]

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Vamos aprender a contar

Aparentemente são duas, mas se virem bem estão três meninas nesta foto. É verdade, a minha melhor amiga, a minha irmã está grávida novamente. 
Há imenso tempo que queria partilhar esta felicidade aos quatro ventos, mas só agora é que ela se sente mais disposta aos flashs. 
Como não podia(mos) estar mais feliz(es), claro que aqui em casa já se instaurou há muito a euforia com a notícia. 
Ser tia tem sido um papel muito feliz e recompensador desde o minuto um. Mas ser/ter uma irmã como nos temos/somos, continua a ser o melhor presente que poderia ter recebido, não me vou cansar nunca de o dizer. Logo, estou tão feliz pela M. porque vai receber dos pais o melhor presente, a melhor amiga que se pode ter na vida, uma irmã.
Portanto temos mais uma Rochinha a caminho, e vai ser tudo igual, vai nascer quase afogada em amor e colo, e vamos todos estar aqui para lhe dar a mão: F. vamos pintar o mundo todo da cor que quiseres para ti.
[lágrima no canto do olho, coração cheio]

domingo, 5 de fevereiro de 2017

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Lá lá lá lá lá lá ( Lá lá Land)

Não sei se acontece convosco igual mas eu, quando se fala imenso de um filme antes da estreia, dando promessas do céu e da terra, fico sempre num impasse entre o "morro de vontade de ver, e o aposto que é uma total desilusão". Pese embora o nome do blog, a verdade é que acredito pouco em cenários cor de rosa. Lá Lá Land era este filme, e este o pequeno drama de 5 segundos na hora de escolher o filme em cartaz. 
O que posso dizer que já não tenha sido dito sobre ele? Talvez quase nada mesmo.  
Um filme para quem gosta de cantar, de dançar, do por do sol, de sonhar, de magia, de sorrisos grandes, de medos maiores, e que ainda assim, quer ficar com um pé na terra até ao fim ( mesmo depois de se sentir, e ver a levitar, variadas vezes). 
Um filme que nos (me) devolve as dúvidas, a força, a esperança, o ritmo de acreditar, e a certeza de que o fim pode não ser o que pensámos, mas é amor na mesma, e carinho, e cumplicidade. Tudo isto, e ainda pode devolver-vos (ou apresentar) o jazz à vossa vida. E este filme tinha mesmo que ter jazz no play, com o seu ritmo tão pulsátil e inesperado, tal e qual como o amor. Tantos e tão maravilhosos motivos para fazerem o play neste filme (que de mim já levou imensos Oscares). 
[O amor é mesmo o melhor dos sonhos]


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Só pode ser amor

Quando uma pessoa acorda às 6h, faz 100km numa camioneta e se lembra de te oferecer isto, para mim só tem um nome, amor. 

Há pessoas com sorte mas eu sinto que fui abençoada, há uma mão cheia de pessoas que compõe a minha vida que são mesmo especiais. Mas a Titi Nana ( como a M. chama) é muito mais do que isso, é isto tudo. 
" Toma, é de chocolate e não tem muitas calorias. Trouxe uma para mim e outra para ti."